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Cidadania sem CEP: ação do Governo da Bahia rompe barreiras e chega ao Teotônio Vilela, em Ilhéus”

Por Romeu Menezes, para a Web Rádio Atualizando

Cidadania sem CEP: ação do Governo da Bahia rompe barreiras e chega ao Teotônio Vilela, em Ilhéus”
Cidadania sem CEP: ação do Governo da Bahia rompe barreiras e chega ao Teotônio Vilela, em Ilhéus” (Foto: Reprodução)


Da capital para a periferia: ação do Governo da Bahia leva dignidade ao Teotônio Vilela, em Ilhéus”


Em uma ação que rompeu fronteiras geográficas e, sobretudo, sociais, o Governo do Estado da Bahia, por meio da SERIM e em parceria com a Rádio Sociedade da Bahia, levou ao município de Ilhéus — mais precisamente ao bairro Teotônio Vilela — uma ação social que, até então, era realizada com maior frequência em Salvador e na Região Metropolitana. Desta vez, o projeto saiu do eixo tradicional e alcançou uma comunidade historicamente marcada pela distância física e social dos grandes centros de serviços públicos.


A iniciativa levou cidadania onde muitas vezes só chega a promessa. Durante a ação, a população teve acesso à emissão do novo RG através do SAC, cadastro e orientação do ID Jovem, atendimento da Defensoria Pública, serviços da Embasa e um espaço que simboliza transformação silenciosa e profunda: a biblioteca móvel, levando leitura, conhecimento e oportunidade para crianças, jovens e adultos.

É importante registrar que a chegada dessa estrutura ao Teotônio Vilela não aconteceu por acaso. Nos bastidores institucionais, houve articulação política. A pré-candidata a deputada federal Adélia Pinheiro intercedeu junto ao Governo do Estado para que Ilhéus, e especialmente o Teotônio Vilela, fosse incluído no roteiro da ação.



O que se viu no Teotônio Vilela foi mais do que uma ação social. Foi a presença concreta do Estado onde, muitas vezes, o Estado é apenas uma palavra. Foi cidadania chegando em forma de documento, orientação jurídica, acesso à água regularizada e, talvez o mais simbólico de tudo, em forma de livro — porque onde chega o livro, chega também a possibilidade de um futuro diferente.



E quando o poder público atravessa a ponte que separa o centro da periferia, não é apenas uma ação que acontece — é um recado que se dá: o de que a cidadania não pode ter CEP definido, nem endereço privilegiado para existir.

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