CONCHA ACÚSTICA DE ILHÉUS: UM PALCO DE HISTÓRIAS E GLÓRIAS ENTREGUE AO ABANDONO
O tempo, senhor de todas as verdades, revela com dor o que o descaso tenta esconder:
24/04/2025 22:11
| Atualizado há 1 ano atrás
O tempo, senhor de todas as verdades, revela com dor o que o descaso tenta esconder: a Concha Acústica de Ilhéus, outrora símbolo vibrante da cultura e da música, jaz hoje em ruínas, sufocada pelo silêncio e pelo abandono.

Inaugurada em 12 de novembro de 1988, com uma capacidade de lotação de até 12 mil pessoas, está localizada em uma das áreas nobres da cidade de ilhéus, na tão famosa Av. soares Lopes, a Concha foi durante décadas o coração pulsante dos eventos culturais na cidade. Palco sagrado onde nomes como Lulu Santos, Roupa Nova e Vanessa da Mata encantaram multidões, transformando noites comuns em memórias eternas. Mas o que foi palco de glórias, hoje é palco de lamentos.
Em 2017, acenou-se à população uma promessa de revitalização, com um projeto ambicioso que previa integrar a Concha ao Centro de Convenções, impulsionando ainda mais o turismo e a produção cultural local. Mas a promessa não se concretizou. Assim como os rumores de um interesse da Companhia das Docas do Estado da Bahia (CODEBA) — que propunha transformar os galpões do antigo terminal portuário de Ilhéus em novos espaços culturais — também ficaram pelo caminho.
Segundo informações de blogs locais, novas conversas entre a Prefeitura de Ilhéus e a CODEBA teriam acontecido recentemente. A empresa reafirmou seu interesse no espaço, mas, mais uma vez, sem ações efetivas, sem plano, sem projeto, sem prazo. Enquanto o poder público empilha intenções vazias, a realidade escancara o que todos já veem: concreto rachado, ferragens expostas, bancos quebrados, mato alto e tristeza.
Segundo informações de blogs locais, novas conversas entre a Prefeitura de Ilhéus e a CODEBA teriam acontecido recentemente. A empresa reafirmou seu interesse no espaço, mas, mais uma vez, sem ações efetivas, sem plano, sem projeto, sem prazo. Enquanto o poder público empilha intenções vazias, a realidade escancara o que todos já veem: concreto rachado, ferragens expostas, bancos quebrados, mato alto e tristeza.
Hoje, o espaço que outrora acolheu artistas e famílias inteiras, serve de abrigo improvisado para pessoas em situação de rua, abandonadas tanto quanto o espaço que agora ocupam. A Concha Acústica se tornou símbolo do que a cultura ilheense enfrenta: o descaso, o esquecimento, o silêncio imposto por gestões que não cuidam da memória de seu povo.


E fica a pergunta que ecoa no meio das ruínas: até quando?
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