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Ilhéus Sem Eventos Oficiais E Tradicionais: Cidade Se Rende Aos Interesses De Bares E Produtores Oportunistas

Ilhéus está sem rumo quando o assunto é cultura

Ilhéus Sem Eventos Oficiais E Tradicionais: Cidade Se Rende Aos Interesses De Bares E Produtores Oportunistas
Sem eventos e bares lotando as praças!!!!!

Ilhéus está sem rumo quando o assunto é cultura, tradição e eventos oficiais. A cidade, que outrora foi palco de grandes festas populares, celebrações tradicionais e manifestações culturais que valorizavam o povo, agora assiste de camarote à privatização informal do espaço público por parte de bares e supostos "produtores de eventos".
Sim, a nova regra parece ser: se você tem um bar e bons contatos, pode usar praça, calçadão e até estádio como se fosse quintal de casa. O que antes era organizado com edital, com prestação de contas, pagamento de taxas e tributos — agora virou terra de ninguém. E a pergunta que não quer calar: será que todos esses eventos estão recolhendo os impostos e taxas como manda a lei? Ou será que tem produtor privilegiado faturando alto em cima do bem público, sem dar um centavo em contrapartida à prefeitura?


E a situação fica ainda mais escandalosa quando olhamos para o Estádio Mário Pessoa. Um equipamento público que passou anos sucateado, abandonado, com mato tomando conta e arquibancada caindo aos pedaços, agora reaparece como palco para festas privadas! Isso mesmo. Após anos parado sem jogos o Mario Pessoa ressurge com um jogo.
Mas onde era para ser um palco para os jogadores e um espaço para os pais levarem seus filhos curtir uma boa partida de futebol agora vai ter que disputar o espaço com quem quer curtir um carnaval entre muros.


É dia de futebol ou dia de farra? A pergunta que vai ecoar é “ será que vai ter segurança para cobrir o evento ou vai ser meramente alguns homens e mulheres desfaçados de vigilantes?”, ou vai deixar a segurança da festinha a cargo só da PM que já tem uma obrigação grandiosa ao combater o crime organizado e o crescimento das facções ?


Enquanto isso, os verdadeiros produtores culturais da cidade — aqueles que promovem tradição, geram renda com responsabilidade e valorizam o povo — seguem escanteados, sem apoio, sem edital e sem espaço.
A cultura de Ilhéus está sendo rifada, loteada por interesses particulares.

O povo quer resposta! Quem autoriza? Quem lucra? Quem fiscaliza?


Tá na bronca? Então compartilha! Porque Ilhéus não é balcão de negócios para aproveitadores de plantão!




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