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Seguranças do São João Amado estão sem pagamento e vivem o drama da humilhação: empresa Templárius joga culpa na Prefeitura e descumpre direitos garantidos por lei

Alô, meu povo! Aqui é Romeu Menezes, trazendo a verdade nua e crua, sem rodeios e sem censura! Tá na bronca? Então vem comigo! Então segura que lá vem a verdade!

Seguranças do São João Amado estão sem pagamento e vivem o drama da humilhação: empresa Templárius joga culpa na Prefeitura e descumpre direitos garantidos por lei
Seguranças do São João Amado estão sem pagamento e vivem o drama da humilhação: empresa Templárius joga culpa na Prefeitura e descumpre direitos garantidos por lei (Foto: Reprodução)

Mais uma vez, os heróis invisíveis da segurança privada estão sendo tratados como descartáveis! Profissionais que deixaram suas casas, enfrentaram três noites de trabalho exaustivo no São João Amado, evento tradicional que movimentou Ilhéus, agora vivem o drama da incerteza e da humilhação: trabalharam e até hoje não viram a cor do dinheiro!

A responsável por essa vergonha? A empresa Templárius Segurança Patrimonial, que alega de forma vergonhosa estar “esperando o repasse da Prefeitura” para só então pagar os trabalhadores. Um discurso que beira o escárnio! Desde quando o trabalhador tem que arcar com a incompetência de contrato entre empresa e poder público?

Esses profissionais não são improvisados, não são amadores! São homens e mulheres formados em cursos de formação rigorosa, com registro na Polícia Federal, com reciclagens periódicas, capacitados em técnicas de vigilância, controle de multidões e gestão de crises. A profissão é regulamentada pela Lei 14.967/23 ESTATUTO DA SEGURANÇA PRIVADA, com garantias trabalhistas asseguradas pela CLT e pela própria Constituição Federal, que deixa claro no seu artigo 7º: “o direito ao salário digno e ao pagamento pontual”.
E a desculpa esfarrapada da empresa só escancara a falta de respeito.  O trabalhador de segurança privada não pode ficar esperando a boa vontade de prefeito, secretário ou quem quer que seja! O vínculo é com a empresa contratante! Se a Prefeitura não pagou a empresa, o problema é entre eles. 
O que está em jogo aqui é a dignidade de pais de família que, muitas vezes, só têm essa diária para colocar o pão na mesa.

A legislação é clara: o profissional de segurança terceirizado tem direito a receber independente de repasses de órgãos públicos. O empregador, no caso, a Templárius, é quem tem a responsabilidade legal de honrar os salários.
Fica aqui o nosso repúdio! É inadmissível que, em pleno 2025, trabalhadores da segurança ainda sejam tratados como números, como peças de reposição, como se sua força de trabalho fosse gratuita!
E fica o alerta para o Ministério Público do Trabalho e a Polícia Federal: as denúncias estão aí. Cabe agora fiscalizar, investigar e, se for o caso, responsabilizar criminalmente quem está descumprindo a lei e ferindo a dignidade desses trabalhadores.

Tá na bronca? Então segura que lá vem a verdade! Romeu Menezes, direto da linha de frente, defendendo o povo, os trabalhadores e a justiça social!

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