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Desrespeito e Despreparo na UPA da Avenida Esperança: Família Denuncia Caos no Atendimento

"Alô, meu povo! Aqui é Romeu Menezes, trazendo a verdade nua e crua, sem rodeios e sem censura! Tá na bronca? Então vem comigo! Então segura que lá vem a verdade!"

Desrespeito e Despreparo na UPA da Avenida Esperança: Família Denuncia Caos no Atendimento
UPA-AV.ESPERANÇA/ ILHÉUS

Mais uma vez, a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da Avenida Esperança, em Ilhéus, volta ao centro das atenções — e não por bons motivos. Uma família procurou a equipe do Tá na Bronca! para denunciar um episódio revoltante de negligência e despreparo por parte da recepção da unidade.

Segundo relatos dos próprios familiares da paciente, tudo começou quando a senhora, já visivelmente debilitada, chegou à UPA acompanhada de sua filha. Mesmo diante do quadro clínico delicado, a paciente teve que esperar enquanto a funcionária da recepção, totalmente despreparada, tentava, sem sucesso, localizar o cadastro da usuária no sistema da unidade. O que era para ser uma ação rápida, virou um espetáculo de desinformação.


O mais alarmante? Quem interveio para ajudar não foi outro servidor da saúde, mas sim um agente da Guarda Civil Municipal, que, sensibilizado com a situação e percebendo a dificuldade da recepcionista em operar o sistema, assumiu o atendimento para agilizar o processo. Isso mesmo: a guarda municipal virou digitador improvisado numa unidade de urgência e emergência.



Mas o drama não parou por aí.
Após finalmente ser atendida, a paciente foi encaminhada ao Hospital Costa do Cacau. Lá, já em estado de saúde fragilizado, o médico plantonista fez uma pergunta simples e crucial:
“Qual medicação foi administrada na UPA?”
A resposta? Silêncio e constrangimento. Nenhum familiar sabia dizer, porque na UPA não houve qualquer orientação ou explicação sobre o que foi ministrado. Pior: não entregaram prontuário, nem qualquer papel com informações clínicas.
A família, indignada, classifica o atendimento como “desrespeitoso, desorganizado e inaceitável”. Em pleno século XXI, onde tanto se fala em humanização e eficiência nos serviços de saúde pública, cenas como essas escancaram a precariedade no preparo técnico e humano de setores cruciais da nossa rede de atendimento.
E nós perguntamos: até quando?
Até quando a população de Ilhéus vai ter que suportar descaso, despreparo e falta de responsabilidade com vidas humanas?
Tá na Bronca? Então vem comigo!
A verdade continua sendo a nossa maior arma.
E se tem bronca, Romeu tá na pista!


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