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Desabafo de uma tia: "No momento de dor, encontramos grosseria no Materno Infantil de Ilhéus"

Desabafo de uma tia

Desabafo de uma tia: "No momento de dor, encontramos grosseria no Materno Infantil de Ilhéus"
Desabafo de uma tia: "No momento de dor, encontramos grosseria no Materno Infantil de Ilhéus" (Foto: Reprodução)

Em um momento em que o coração da família batia acelerado de preocupação, o que se esperava era acolhimento, cuidado, um gesto humano vindo de quem jurou servir à saúde pública com empatia. Mas o que se viu foi o oposto — grosseria, despreparo e insensibilidade dentro do hospital Materno Infantil de Ilhéus.
O relato emocionante e indignado vem da irmã de uma mãe que buscava socorro para o filho de apenas 8 meses. A criança, passando mal, foi levada ao hospital por sua mãe e sua tia. A situação era tão delicada e emocionalmente pesada que a própria mãe, tomada pelo desespero, acabou passando mal ao ver o estado do filho.
A tia, então, agindo com instinto e urgência, entrou com o bebê no colo em busca de atendimento. “Algo que qualquer ser humano com bom senso entenderia”, desabafa. E, de fato, grande parte da equipe de enfermagem respondeu com o acolhimento esperado. “A maioria das enfermeiras nos tratou com atenção e humanidade. A elas, deixo minha gratidão”, pontua com reconhecimento.
Entretanto, uma única atitude bastou para transformar aquele cenário de esperança em revolta. Uma funcionária — cujo nome será preservado por responsabilidade — agiu com total descaso. “Ela chegou falando alto, de forma grosseira, como se estivesse lidando com um invasor. Não perguntou, não se informou, apenas julgou e agrediu com palavras”, denuncia a tia.
Não se trata de um lugar qualquer. Estamos falando de um hospital infantil. Um espaço onde dor, medo e fragilidade convivem todos os dias. Um ambiente que exige sensibilidade, escuta e humanidade. Não há lugar, nem desculpa, para a frieza.
Esse tipo de conduta fere não apenas quem busca atendimento, mas também a imagem de toda uma equipe que se esforça diariamente para servir com dignidade. Não podemos calar diante de atitudes que violentam emocionalmente famílias já fragilizadas.
O povo de Ilhéus merece respeito. As mães merecem acolhimento. E nossos pequenos, acima de tudo, merecem cuidado — com técnica, mas também com o coração.
Tá na bronca? Então vem comigo! Porque aqui, a gente não deixa passar!


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